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Histórico
Projetada anos antes por dois grandes amigos, Raphael Augustus e Luciano Silva, a banda não saiu do papel por vários motivos, no entanto não foi deixada de lado. Após algumas tentativas frustradas de tentar encontrar pessoas que se encaixassem no perfil desejado para a Fugitivos da Yakuza, Raphael Augustus é apresentado para Sandro Pinheiro que toma-o como seu iniciado, causando uma revolução musical, política, religiosa e artística tanto em R. Augustus como para o futuro da banda. Nessa época final do ano de 1998 a Fugitivos da Yakuza contava com R.Augustus (voz), S. Pinheiro (guitarra), Guga (bateria) e James Gomes (baixo). Meses depois R. Augustus e S. Pinheiro se desentendem por motivos alheios a banda, foram meses de amizade e criação que mais pareceram anos.O que faria com que S. Pinheiro e R. Augustus ficassem mais de um ano sem contato.R. Augustus e Guga chamam para assumir o posto Jeferson Dutra, que havia sido conhecido entre os inúmeros freqüentadores dos ensaios da banda, e Guga sai logo em seguida por complicações com drogas. Algum tempo depois James Gomes se desliga da banda. Iniciando aí a “Via Crucis” da Fugitivos da Yakuza em relação as suas formações. Então nessa época teve início o núcleo base da banda, que dura até hoje, R. Augustus nos vocais e letras e J. Dutra nas guitarras e novas composições. Mesmo com as inúmeras intrigas entre a dupla tanto de teor artístico como pessoal, ambos resistem juntos apesar das várias diferenças. A dupla se vê forçada a lançar algum material, lança uma demo-tape não oficial intitulada: “Abduzido”, demo-tape que recebe boas críticas tanto de Fanzines como do público. Que contou com o apoio de ex-integrantes de extintas bandas palhocenses, são eles: Cleo (bateria), Arnon C. Real (baixo), e Kinha (voz), após a demo-tape todos se desligaram com exceção de Cleo que veio a se tornar um grande amigo da dupla. Logo após essa época L. Silva, retorna a banda realizando apenas uma única apresentação memorável, onde os escândalos causados por R. Augustus no palco ecoam até hoje pela região. Novamente
J. Dutra e R. Augustus se vêem na estaca zero. Então conhecem China
(bateria) que resolve assumir seu posto e para voltar a ensaiar a banda
chamar S. Pinheiro (baixo) ex-guitarrista da banda.
Devido aos estudos S. Pinheiro se vê obrigado a abandonar novamente a Fugitivos da Yakuza, entrando em seu lugar Thiago Pezão (baixo).Em 13 de outubro de 2000 a banda realiza a sua primeira gravação oficial em take one para a Coletânea Supernoise do selo Kaskadura Recs. As músicas escolhidas foram duas novidades da época: “Mea-Culpa I” e “July”, neste dia com R. Augustus (voz), J. Dutra ( guitarra), T. Pezão ( baixo) e China (bateria). Iniciam uma parceria com Júlio Silveira do Studio flat, que dura até hoje. A Fugitivos da Yakuza realizou poucos shows devido às formações problemáticas, porém realizando a maioria deles com esta formação. China se desliga por incompatibilidade de gênios com J. Dutra, T. Pezão, dura um pouco mais, vindo a participar da gravação da música “Semente” do cd debute da banda, ainda em processo de gravação, depois de demonstrar desinteresse pela banda ele é convidado a se retirar. Neste meio tempo Zé Carlos (bateria) integra e se desconecta da banda, no entanto não totalmente, vindo a ser um futuro colaborador. Já em dezembro de 2001 gravando “Abduzido” outra canção para o cd, ainda sem título, a banda novamente uma dupla, com o apoio do agora produtor musical, J. Silveira inicia uma nova fase.Gravando um álbum que será um misto de clássicos, regravações e músicas geradas dentro da sala de gravação, desconhecida de certa forma até por seus criadores. É lançada em 10 de julho de 2002 o single “Antes do Princípio”, na rádio Udesc de Florianópolis. A partir daí sem poder realizar apresentações no formato de banda, a dupla resolve divulgar seu trabalho em emissoras de rádio e televisão, em jornais impressos e Fanzines. Neste período Diego Bento é apresentado à banda pelo artista plástico Nunes Correa, D. Bento foi de pouca expressão como integrante, até por causa de problemas com horários, mas de grande expressão no quesito influências vindo a mudar de certa maneira a visão da banda num todo, a princípio ele não saiu da banda, mas... Não por acaso a banda acaba por conhecer Paulo Bertotto (bateria) que dê início iria assumir a segunda guitarra, mas devido aos problemas, que incluíam encontrar um baterista fixo, ele resolve de imediato adquirir e aprender a tocar o instrumento. P. Bertotto reviveu para Fugitivos da Yakuza o bom e velho espírito de banda. Vindo a participar da gravação de “A Outra Metade” e na divulgação da banda em entrevistas em emissoras de rádio. Além de fundar a sala oficial de Bate-Papo da banda na internet. Se fixando como membro importante para a banda tanto atualmente, como para posteridade. Dos integrantes que atuaram na Fugitivos da Yakuza que até hoje ainda acompanham e apóiam, destacam-se: L. Silva, S. Pinheiro, Cleo e Zé Carlos, não esquecendo de outras importantes figuras que são e serão eternos Fugitivos da Yakuza: Roberto Schütz Jr.(web master) fã e grande amigo da banda, Nunes Corrêa, outro grande amigo e com trabalho cogitado para fazer parte da capa e encarte do primeiro cd da banda, e J. Silveira nosso “Mago musical”. Atualmente a banda permanece em estúdio, ensaiando, criando e divulgando seu trabalho sério onde houver espaço. Nestes anos de algumas formações, alguns membros marcaram suas influências musicais na Fugitivos da Yakuza, que são: Rock and Roll, Pop, Guitar Band, Grunge, Gothic Rock, Punk Rock, Hard Core, Hard Rock, Heavy Metal, Thrash Metal, Industrial além de Erudito, Eletrônico, New Wave, Blues, Jazz Funk, e MPB e até música concreta e tudo o mais que a banda puder anexar ao seu trabalho. E em suas letras contestam a rotina, o medo, o sistema, nossas crenças de forma apaixonada, mesmo que soando niilista. Com forte influência de Teologia, Filosofia, Sociologia, Artes, Literatura em geral em especial de grandes poetas da MPB e do rock mundial.Não se comprometendo a estilos, duração, temas e outras barreiras artísticas. Por este e outros motivos a banda se rotulou Rock Alternativo. Hoje a formação da banda fixou-se em: R. Augustus (voz), J. Dutra (guitarra), P. Bertotto(bateria) e como amigo e parte da família o excelente músico convidado: Rodrigo Pereira (baixo). A história da Fugitivos da Yakuza, não acaba aqui...continua, e novidades estão por vir. E este é apenas um resumo desta maravilhosa história de nossas vidas. Seja bem-vindo, ao mundo da Fugitivos da Yakuza. Palhoça, 20 de abril de 2003. Raphael Augustus. Contatos
Imediatos: a/c:
Raphael Augustus R:
Joaquim Souza Lobo, 227 Palhoça
– SC – cep: 88.130-410 Telefone:
(48) 9901-8400 E-mail:
fugitivosdayakuza@ig.com.br Site
Oficial: www.fugitivosdayakuza.hpg.com.br Sala Oficial de Bate- Papo do IRC: #fugitivosdayakuzaA Fugitivos da Yakuza é: Raphael
Augustus (voz) Jeferson
Dutra (guitarra) Paulo Bertotto (bateria) Rodrigo Pereira (baixo) convidado
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