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Release
...no ano de 1996, Rafael e
Ribas, influenciados por amigos que tocavam em bandas de Brasília,
resolveram aprender a tocar algum instrumento para também formarem uma
banda, ou algo parecido. Ribas optou por aprender bateria e Rafael, violão.
Pouco depois, Guinho, sobrinho do Rafael, assumiu o baixo e vocal. Com
esta formação, alfinetes nas orelhas, cabelos verdes e All-Star nos pés
os três garotos tocavam covers de punk-rock e hardcore tosco.
Como Guinho estava tendo dificuldades para cantar e tocar ao mesmo
tempo, K-bobs (Spectroman), um amigo que curtia o mesmo tipo de som,
entrou na banda como vocalista, no início de 1997. Com ensaios, veio o
entrosamento e músicas próprias. Foi aí que viram que a banda precisava
de um nome. Vários foram cotados, como Stalefish, Underdog e Skyscraper,
sendo este último o escolhido. Pouco depois, descobriram que já existia
uma banda com o mesmo nome. Mudaram para Jack in the Box, mas para não
ficar idêntico ao nome de uma cadeia de fast-food norte-americana,
adicionaram o sobrenome Fluster ao Jack e assim e estava definido o nome
da banda.
Após seis meses na banda,
K-bobs sai e Guinho reassume vocais. Muitos ensaios e poucos shows em 98.
Querendo trabalhar melhor as músicas e mudar o som da banda, chamam o
Renato (o Butt-Head) para a segunda guitarra. Com mais dedicação dos
integrantes, vieram mais shows e músicas próprias, resultando em uma
demo pouco divulgada devido a saída de Renato logo após a gravação.
No segundo semestre de 99, após algum tempo sem ensaios, a banda saiu
novamente à procura de um segundo guitarra. Um amigo da banda indicou
Tharsis (ex-SRM e ex-Aspargus), um colega da UnB, que acabou entrando na
banda. A banda já procurava trabalhar mais as músicas, e as novas influências
trazidas pelo novo guitarrista se encaixaram perfeitamente no que a banda
buscava. O hardcore ficou mais melódico e com mais arranjos de guitarra e
vocal. Chegando mais próximo as bandas que serviram de influência para a
banda como: No Use For a Name, Face to Face, The Ataris, NOFX e
Millencolin.
Após um intenso período de composição e ensaios, o Jack Fluster volta
aos estúdios em maio de 2000 para a gravar 7 músicas, 5 das quais viriam
a compor a demo intitulada "jack fluster", produzida e divulgada
pela banda. Em janeiro de 2001, receberam um convite do selo brasiliense
PROTONS para relançar a demo, desta vez com as 7 músicas e nova capa, e
gravar um CD.
Em meio a shows e mais show, a banda passou a preocupar-se com as novas
composições que viriam a integrar o tão aguardado CD. Em setembro
entraram no Orbis Studio, do amigo Marcos Paulo, e gravaram 16 músicas,
sendo 14 inéditas e 2 regravações da demo. O CD intitulado "Disconstructed"
foi lançado no início de dezembro de 2001.
Em fase de divulgação do
cd, a banda passou por Santos, Belo Horizonte, Goiânia, ... em junho de
2002 tocaram no palco principal do Porão do Rock, um dos mais expressivos
festivais do Brasil.
Sem medo de
experimentar, eles começam a compor músicas mais maduras, ousadas e
originais, agora com letras em português. Essas música, que devem estar
no próximo trabalho da banda, serão testadas (apresentadas ao público)
pela primeira vez no Sesc 913 sul, onde dividirão o palco com os
paulistanos do Street Bulldogs e certamente vai dividir opiniões entre os
fãs da banda....
Contatos:
http://www.jackfluster.cjb.net
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