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Trigrama

Release/História

 

"...Um conjunto de três linhas horizontais, contínuas ou partidas,

que representa uma das oito forças primordiais da natureza:

Céu, Terra, Montanha, Lago, Trovão, Vento, Água e Fogo.

Agrupados aos pares, formam os sessenta e quatro hexagramas

do Livro das Mutações, imagem das condições reais do mundo

e de suas transformações.

 

...Três elementos principais: voz, cordas e percussão, convergindo

em uma proposta de música acústica, que integra elementos de

música indiana, jazz, música erudita, rock e bossa nova. Todas as 

composições e as letras são do grupo, e se caracterizam pela

evocação de impressões visuais, através de imagens poéticas e

musicais. Paralelamente, o grupo possui também um proposta

instrumental de improvisação, freqüentemente associada a outras

atividades artísticas, em particular a dança"

 
O Trigrama se formou em Brasília em 1998. Nesta época, Milani tocava guitarra em diversas bandas de rock. Mas ele acumulava várias composições no violão que não podiam ser desenvolvidas senão em um conjunto acústico. Estas composições diferiam em muitos aspectos do que vinha fazendo no rock: maior elaboração e complexidade, grande tranqüilidade, priorização do canto, com uma valorização do texto, com poemas em francês.
Essa necessidade de expressão no instrumento de sua iniciação musical fez Milani procurar seu amigo Bizerril, também companheiro de diversos projetos musicais, que se iniciava à tabla, instrumento tradicional de percussão indiano de grandes possibilidades musicais. Foi assim que eles estruturaram a composição "Le Veilleur", a primeira canção do conjunto. 
Neste início, como conjunto de experimentação, o Trigrama fez diversas intervenções nos encontros de Contato e Improvisação, propondo suportes espontâneos para a improvisação dos dançarinos.
Em junho do mesmo ano, o duo tornou-se trio com o violoncelo e a voz de Guilherme Carvalho , que integrou o conjunto até dezembro de 2000, quando foi brindado com uma bolsa de estudos em música no exterior.
Nestes dois primeiros anos, o Trigrama aumentou seu repertório, afinou sua execução técnica e musical, desenvolveu o real conceito deste trabalho acústico, lançou seu primeiro CD-Demo ("Le Veilleur") ... enfim, elaborou sua proposta e a concretizou.
A saída de Guilherme do conjunto impôs certas mudanças, verdadeira virada na história do grupo, pois muitas canções haviam sido compostas com ele. O Trigrama, retornando assim à sua formação original, tinha agora que fazer face a um novo desafio: adaptar, ou melhor, refazer os arranjos das músicas, de forma que o conjunto pudesse prosseguir apenas com percussão, violão e vozes.
Momento recluso que exigiu do duo concentração, persistência e investimento e que afastou o conjunto, neste interim, dos palcos brasilienses.
No começo de 2003, o Trigrama reaparece, com suas músicas reestruturadas, apresentadas num segundo CD-Demo ("Hibou"), no qual constam "Le Veilleur", agora para violão e tabla como o fora originalmente; diversas músicas compostas com Guilherme, rearranjadas e amadurecidas quanto à execução técnica (por exemplo "Mariage de la Mer et du Bateau"); assim como composições posteriores à sua saída, como a epônima do título do CD. Num total de 13 músicas, este CD constitui uma boa amostra do trabalho realizado até agora pelo Trigrama.
Agora, o Trigrama retorna ao cenário brasiliense e a partir de março de 2003, estará apresentando este novo registro fonográfico, um repertório mais afinado, e uma execução técnica amadurecida

Componentes

 

Milan:Violão e Voz. Formação autodidata em violão, guitarra, contrabaixo, piano e teclado

Bizerril: Percussão (tabla, khanjanii, jarro) e Voz. Formação autodidata em guitarra e contrabaixo elétrico. 

Home Page: www.trigrama.hpg.com.br

 

Contato

trigrama2003@yahoo.com.br